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caminhadasedescoberta · Caminhadas e Descoberta em S. Tomé e Príncipe
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Viagem a STP - Um Relato   Message List  
Reply | Forward Message #107 of 1021 |


Esta viagem foi nos finais de Agosto de 2004:

"Cheguei sexta-feira de São Tomé e PRÍNCIPE, fiquei deslumbrado...
Sou de fácil deslumbramento, mas também posso afirmar que já conheço
alguns destinos bastante tropicais... Cuba, República Dominicana,
Tunísia, Açores e outros destinos fazem parte do meu reportório que
todos os anos faço questão de aumentar! Mas o que me leva a escrever-
vos é esta última viagem que confesso ultrapassou em grande escala
todas as minhas expectativas.
Quinze Dias no equador. Começámos pelo luxo do Club Santana, incluido
no pacote de 3 noites, Bungallows numa praia Linda com um mar
colorido e fantástico para o snorkling envolvido em árvores
carregadas de frutos que vemos...que nunca vimos...sim, aqui não são
só coqueiros. Há árvores com frutos que não sabiamos existir, como
fruta-pão, nhaca (se é assim que se escreve), mangustão, papaia,
figos (que nada têm a ver com os nossos a não ser um sabor algo
semelhante)... E flores, Lindas e enormes, begónias, rosas de
porcelana (plantei umas no meu jardim, espero que floresçam), bicos
de papagaio, orquideas gigantes... Sei lá, Natureza!!! Sim Natureza,
porque aqui nada é plantado, apercebemo-nos com um simples passeio
por uma qualquer praia, a areia está repleta de frutos caidos que se
tornarão sementes... É natureza, sem dúvida!!
Não sou escritor, mas STP faz-me querer exprimir o que sinto agora...
Sim porque qd voltamos damos mt mais valor ao que vimos... E não
estou a desvalorizar o nosso País (O Gerês, A Serra de Sintra, A
Costa Vicentina...Os Açores), mas verdade seja dita Natureza é em STP.
Várias situações nos fazem reflectir e admirar aquele país. É o único
País em que vi os hóteis conviverem em perfeita harmonia com as
aldeias da população, paredes meias. Mesmo para quem está habituado a
ver miséria (será??!!), sente-se algum incómodo. Mas rapidamente este
desaparece, quando nos apercebemos que ninguém passa fome, basta
subir uma árvore ou lançar uma rede na água...incrivel!! E não se
pense que é ficção, é mesmo assim, eu perguntava-me porque damos
tanta importância a uma máquina fotográfica, a uma camera de
filmar??!! Nada disso interessa, ali a vida segue "Leve, Leve" e qd
as "horas de relógio" passam, comida não falta! E o povo tem um
sorriso lindo, vê-se felicidade, alegria, as crianças contagiam
qualquer um e não demora para que estejamos todos juntos a banhos na
praia do Resort, eles a mostrarem-nos as brincadeiras deles e nós as
nossas! Pouco depois estávamos na vila a conhecer a familia (todos
são primos, irmãos os tios), e a escolher o peixe para o jantar
(sempre acompanhado de banana e fruta-pão), a comprar uns sumos para
partilhar pelas crianças e a conhecer os seus hábitos... Boa gente
esta, sem maldade alguma!!
Bem seguindo o itinerário, acabados as três noites de resort,
seguimos para Sul, Só existe uma estrada para Sul e outra para Norte,
por isso a não ser que penetremos a selva, não é possivel nos
perdermos. Paramos na Boca do Inferno, na Praia das Sete Ondas, na
Roça da Colónia açoriana e na praia com o mesmo nome (das mais lindas
de São Tomé)... Quando pôs o pé na Praia...sim, porque como em mts
outras nem pegadas tinha...um tapete de carangueijos recolhe para as
tocas e um grupo de garças afasta-se para a outra ponta da Praia, uma
lagoa esconde-se do mar pelo areal...fontes de vida para uma fauna e
flora bastante diversificada!! Continuamos até à Roça de São João de
Angolares, onde fizémos um almoço tardio para posteriormente irmos
para a Cidade de São Tomé, no Norte da Ilha (tinhamos coisas
combinadas em Guadalupe no dia seguinte). Aqui deparámo-nos com um
espectáculo e convivio único de músicos que estavam de passagem...que
sorte a nossa... Tudo com uma vista magnifica sobre a baia e as
montanhas de Angolares...soberbo!! Deixámos a promessa de voltarmos
para passarmos umas noites!
Fomos para a capital, talvez o sitio menos interessante do País para
quem procura a natureza, mas fundamental para obter bons câmbios,
jeeps a um preço bem simpático (o Diô arranja Jeeps a 20 €!!), guias
para excurssões no Parque Obô (Luis Mário, o melhor do País), comprar
bilhete de avião (ou barco) para o Príncipe, e quartos com condições
razoáveis para pernoitar qd se está de passagem, assim o fizemos.
No dia seguinte seguimos a Guadalupe, para uma visita prometida,
Hélcio foste 5 estrelas... Seguimos depois a estrada do Norte (também
a única), Roça Agostinho Neto, Praia das Conchas, Lagoa Azul
(fundamental fazer snorkling aqui), e Anambó (padrão dos
descobrimentos), quem conhece África deve sentir-se mais em África
nesta zona Norte, pois a paisagem é de Savana e mt mais solarenga, a
contrastar com a Floresta e humidade do Sul!
Dia seguinte, fomos até Monte Café, onde nos encontrámos com o nosso
guia, tambémtreinador da selecção de futebol de São Tomé, e mais uma
excelente pessoa, ele guiou-nos desde o BomSucesso até Bombaím, Selva
a dentro, conhecedor de todas as espécies de plantas e aves,
reconhecedor de macaco pelo cheiro (incrivel, ele cheirava-os e logo
de seguida nós viamos), também procurámos a famosa cobra preta cuja
mordida "mata antes da meia noite", mas ela tinha mais medo de nó do
que nós dela! Foram 8 horas de caminhada intensa (mas quase sempre a
descer), com passagem fundamental pela Lagoa Amélia, a cratera do
vulcão onde nasce a maioria dos rios de São Tomé, e que Eu considero
ser um colchão d'água gigante, quem pisa percebe o porquê!
Dia seguinte, após 6 dias em São Tomé, vamos na avioneta para o
Príncipe! Conheci muita gente apaixonada por São Tomé (quando estava
ainda em Portugal que nunca foi ao Príncipe, embora sejam visitantes
e estudiosos assíduos de São Tomé) para eles deixo uma mensagem... É
PECADO!!! Mas entendo-vos, quem poderia imaginar que o Príncipe é
ainda mais virgem, as pessoas têm um sorriso ainda mais bonito, a
inocência é ainda maior, o materialismo inexistente, o verde mais
penetrante e os areais bem mais extensos... E o Paraíso é mesmo ali
ao lado!!
Instalámo-nos na Romar, que nos havia sido aconselhada por uma
Portuguesa (ou será que já és São Tomense?), para quem quero enviar
também um cumprimento mt especial, a Dra.Maria do Céu Madureira. Sim,
porque em STP há que ter cuidados e dormir e comer só em locais
recomendados... As doenças são uma realidade... Como nos disse "não
há bela sem senão"!!
Na Romar o atendimento é perfeito, a Zôzô e o pintas do Adi são
excelentes, sem esquecer a Marie... É daqueles sítios que tem uma
aura enorme à volta... Um edificio colonial mesmo em frente à padaria
e onde ao fim da tarde podemos, da varanda enorme, apreciar os bandos
de papagaios que recolhem para a floresta... Não conheço mesmo nada
assim...
Por aqui não há Taxis e os carros para alugar são quase inexistentes
(e pedem valores astronómicos para quem quer viajar de mala às costas
fugindo dos preços dos resorts)... Restam muitas alternativas, que
são traduzidas nos inúmeros amigos que rapidamente conseguimos fazer.
A energia é de facto estonteante... Obrigado amigos!! O Antoninho é
das pessoas mais educadas e prestáveis que conheci... Para ti
António "adorei todos os dias do Príncipe, foste a nossa luz, não
acredito nas cacharambas que parece que faziam parte da tua vida,
afinal connosco foi só sumo de ananás!! Estou a tratar da Serra
eléctrica para que possas construir uma casa para quando voltarmos!"
Vive numa das zonas mais carenciadas (Porto Real), mas é uma
excelente pessoa... Rezo para que sejas sempre o que demonstraste ser
na nossa estada!
É verdade, os amigos são fundamentais e podem aparecer em todo o lado
nesta ilha. Aqui as pessoas são muito educadas, as crianças não
pedem, não incomodam, brincam também se assim o quisermos, mas não
perseguem como em algumas partes de São Tomé. Assim são educados no
Prícipe, criança que pede leva açoites dos pais... Claro que damos de
boa vontade, doces e dobras!!
O Antoninho todos os dias de manhã tinha uma nova boleia para uma
nova parte da ilha, foi assim durante as 5 noites que estivémos no
Príncipe...parecem muitas...nunca são demais!!
Um dia fomos à Roça Belo monte, com um casal de missionários
americanos (sim porque aqui não há turismo, só missionários na África
continental com uns dias de descanso oferecidos... Gente de grande
coração, portanto)e com o António, uma Roça enorme que parece estar a
começar a ser recuperada o miradouro para a Praia Banana é incrivel,
e faz-nos precipitarmo-nos num caminho aventureiro até à
Praia...Linda, virgem...se desbravarmos mais um pouco, chegamos à
Praia da Burra, ainda mais fantástica, um areal gigante, talvez uns 2
ou 3 KMs, e no fim uma lagoa absolutamente verde... E repleta de
espécies que nunca tinha visto...nem na televisão! Em São Tomé não
existe mesmo nada assim... É fundamental ir ao Príncipe!! No
regresso, fomos à boleia de piroga com um pescador, fizemos um quarto
da ilha por barco e as vistas são fascinantes Praias imensas, de
verde, branco e Azul, com macacos saltando...não dá para imaginar!
Fica a nota para uns Bungallows que estão a ser construidos por um
Português na Praia do Macaco...
Noutro dia alugámos uma moto...queriamos um dia de descoberta só
nosso (meu e da Sofia)... Fomos até ao BomBom Resort, é divinal, e
até aqui os turistas são "espécie rara". Tem uma praia muito bonita,
mas a Praia que se avista do ilhéu BomBom, é mt mais bonita (Praia de
Sta.Rita). Quando se vai a caminho do BomBom, a seguir à Roça de
Sta.Rita existe um caminho à direita que vai dar a esta praia...pelo
mato, a pé, claro! No BomBom existe um papagaio solto e muito
sociável (papagaia, adivinha-se, pela intimidade que tem com os
homens e pela arrogância que tem às mulheres), é uma oportunidade
muito boa para ver esta espécie bem de perto, já que sempre os vimos
foi a voar ou em sacos de homens que passavam por nós na selva após a
captura! Seguimos depois para a Roça Sundy, as pessoas aqui são muito
boas e as crianças brincam num espaço enorme circundado por edificios
coloniais e uma muralha que começa a ser reconstruida. Mais um pouco
de selva até descermos à Praia Sundy, claro acompanhados por locais.
Esta Praia é muito bonita, com vila de pescadores muito isolada. Se
contornarmos as rochas vamos dar a duas das mais bonitas praias que
conheci, o caminho é arriscado mas compensador... Duas linguas de
areia com cerca de 10 metros de comprimento, completamente rodeadas
de coqueiros e de rocha muito negra (como todas no Príncipe, como que
a demonstrar a sua origem vulcânica), mas com areia muito branca. No
regresso, devido ao péssimo caminho, tivemos um furo, mas mais uma
vez as pessoas foram incansáveis, remediaram cola da seiva da
palmeira, aqueceram o remendo com fogueira e em pouco tempo (de
convivio) o pneu estava novo, em troca quis recompensá-los com umas
cervejas para verem na televisão o Benfica-Porto desse dia! Que povo
tão bondoso, tão inocente e prestável! Diziam que se o pneu não
ficasse bom iam a pé connosco até à cidade...bastante loge!!! Uns
dias depois encontrámo-nos nas festas de São Lourenço, em santo
António e assistimos ao Auto de Floripes.
No dia seguinte fomos até à Roça de São Joaquim, o carro só foi até
uma parte do caminho, a chuva não permitia avançar, seguimos a pé...
E que caminho, senão fosse a estrada que estam a construir nem
queremos imaginar. Desde já o nosso abraço também para o Português
Engº Carlos Redígio que está a fazer um excelente trabalho,
construindo três estradas no Príncipe, sob grandes dificuldades! É um
senhor e gostámos muito da maneira como nos recebeu, mais um amigo...
Subimos até São Joaquim, avistando macacos e o monte fugido pelo
caminho. Quando chegámos à Roça, admirámos vistas mágnificas sobre os
Picos João Dias Pai e Filho e sobre a Baía das Agulhas... Tinha que
ir lá abaixo!! E valeu a pena, a Praia Caixão fica a uma meia hora de
caminho pela floresta, sempre a descer. É a única praia que vi
verdadeiramente de areia preta, e com uma lagoa imponente que nela
desagua. Aqui, tal como na Praia Banana, distinguem-se destroços de
estrada e pontes, tudo herdado dos portugueses, tudo tomado pela
Natureza, é impressionante.
No Domingo ficámos por Santo António, pois nesse dia iria ter lugar o
São Lourenço.
Também foi lá que fomos convidados e participámos num casamento...
Que gente tão boa e simples!
Num outro da fomos até à Praia do Abade, avistámos o ilhéu "Boné de
Jóquei", assim chamado pela sua forma e mais uma grande baia...não
recordo o nome! Mas tudo isto sempre feito em TT e a pé, porque
acessos no Príncipe não há!
Os restantes dias andámos por ali da Praia Évora à Praia Pequena...
Todas fantásticas e só para nós... Que momentos inesqueciveis!!
Fomo-nos do Príncipe com lágrimas nos olhos e com grandes
despedidas... Acabámos por tentar cobrar ao Adi dinheiro para levar o
peixe que ele pediu para a Mãe em São Tomé... Na brincadeira, claro!!
De regresso a São Tomé, seguimos para Sul no Jeep alugado novamente
ao Diô, fomos dormir duas noites à Roça de São João conforme haviamos
prometido, de lá partimos à descoberta do ilhéu das Rolas... O Rolas
Island Resort é na nossa opinião o melhor Resort do País, e lá já se
avistavam turistas, sobretudo portugueses. Como não podia deixar de
ser o caminho até à Ponta da Baleia onde ser apanha o barco que faz o
transfer para o ilhéu é péssimo, havendo mts partes em que a estrada
pura e simplesmente desaparece. Demos muitas boleias, para cima e
para baixo, pois este povo anda "muitas horas de relógio a pé"...
Chegados ao ilhéu das Rolas, ficamos espantados com o luxo e as
condições, um espanto. O Dive Center é muito bom e não hesitei em
fazer o meu baptismo de mergulho com a Sandra, que me apoiou nos meus
primeiros 12 mts debaixo de água e que me conduziu pelos arcos e
grutas da pedra do Hirondino. Adorei. Aqui no Dive Center a
instrutora Maria Ferrer (que estava ausente em férias) tem um macaco
de estimação muito simpático e que por umas bolachas se torna um bom
amigo, perfeito também para conhecer melhor a espécie, já que na
floresta fogem quando se apercebem da nossa existência (infelizmente
são caçados e por isso receiam o Homem). Passámos o dia por aqui e
fomos colocar um pé no hemisfério Norte e outro no Hemisfério Sul,
fomos à Praia Café e à Praia do Resort... Passeámos um pouco, embora
a chuva fosse uma constante neste dia!
Ao fim do dia voltámos à Roça São João para o jantar (os sabores são
divinais, sobretudo o tempero com folha micócó). No dia seguinte
arrancámos, e como era o último dia que tinhamos completo fomos
gastar o dinheiro que restava (ainda era algum, as férias ficaram
baratas, pois dormimos em locais bem em conta e com condições mais do
que suficientes) no artesanato local, estivémos com os artistas
Armindo Lopes, Nojo, Pedro Santana (ao qual comprámos umas esculturas
lindissimas) e Varela Lopes a quem comprámos um quadro lindissimo,
mais uma ou outra peça na associação PicaPau na cidade (onde se
juntam todos os artesãos) e no centro de turismo... Já existem uns
quantos pontos artisticos em São Tomé (em Príncipe o artesanato é
inexistente), que não são apenas a Teia d'arte ou a Roça de São João!
Neste capitulos, por favor ter atenção e não adquirir peças de
tartaruga, pois se compramos uma eles matam outra...

Vimos muito mais coisas do que as que aqui estão descritas, tinha
planos para ver muitas Roças e Praias que não conseguimos ver (o
tempo não foi suficiente, muito devido ao péssimo estado das
estradas), e ficámo com o enorme desejo de voltar (sobretudo ao
Príncipe), conhecemos pessoas com quem queremos manter contacto...
Ficámos muito Felizes por esta viagem, pois temos noção que estivémos
num local onde a Natureza é Virgem e intocável (existem partes de
ambas as ilhas intransponiveis), que absorve tudo o que é
abandonado...como aconteceu com estradas e edificios deixados pelos
portugueses. Temos também a noção de que o povo necessita de melhores
condições de Saúde, educação, para tal é necessário criar estradas,
infraestruturas... O petróleo existente dá-nos esperança que as
condições melhorem! Mas temos a certeza de que ninguém passa fome em
STP... A não ser os cães que ao contrário dos porcos não são
alimentados! Esperamos um dia voltar a São Tomé e Príncipe e ver
infraestruturas muito melhores, mas esperamos também que onde não
existem pessoas (onde essas infraestuturas não são necessárias) a
Natureza permaneça virgem. Sabemos que será dificil, e por isso
ficamos muito contentes por termos feito esta viagem nesta altura.

Deixo um outro aviso. O "teste da gota expessa", é fácil, rápido e
muito barato, faz-se em qualquer clinica de São Tomé e no hospital de
Príncipe, vale a pena ser feito de 3 em 3 dias e sossega-nos o
espirito ou permite-nos atacar a malária/paludismo logo de inicio que
é quando deve ser atacado. Acreditem neste conselho pois tivemos
colegas de viagem que apanharam o "bicho".

Tchaué,

Décio e Sofia










Tue Dec 28, 2004 10:56 am

deciojunior2004
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Esta viagem foi nos finais de Agosto de 2004: "Cheguei sexta-feira de São Tomé e PRÍNCIPE, fiquei deslumbrado... Sou de fácil deslumbramento, mas também...
deciojunior2004
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Dec 28, 2004
11:48 am

Sofia e Décio, Que descrição mais do que magnífica... já fiquei, de novo, cheia de saudades de STP e com "aquele peso" de ser dos tais que são...
Brigida Rocha Brito
bristp
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Dec 28, 2004
3:24 pm

Meus caros, não estou nada de acordo com a Brígida!!! O relato da Sofia e do Décio é uma verdadeira MALDADE!! Uma tortura!... Para quem tem tantas saudades...
Inês Brito
ines_stp
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Dec 29, 2004
7:24 am
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