Jornal Tropical 26/09/2008
http://www.jornaltropical.st/turismos.htm
APOSTAR NO TURISMO É FUNDAMENTAL PARA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
26-09-2008 - Alguns diz-se que somos um arquipélago com poucos
recursos naturais, e com cerca de 160 mil habitante, sem nenhuma
industria no brinde, e com uma agricultura deficitária mais com a
sorte de sermos protegidos pelas naturezas que nos brindou com umas
belíssimas praias, lagoas, baias etc.…., e um sol que não nos sai de
cima todos os anos com um clima equatorial (quente e húmido).
Esta na hora de arquipélago de São Tomé e Príncipe por as mão na
consciência e apostar seriamente no turismo sem fumo, numa dada
altura que o arquipélago luta pela conquista de turismo com fumo (O
petróleo), em que a natureza nos diz que veio para alertar que nos
deu tudo em que o turismo veio mesmo para nos alertar das
consequências do presente, de forma a não nos reclamar no futuro,
tendo em conta a situação tão difícil e lastima que o arquipélago
enfrenta actualmente no quotidiano.
A verdade é que há cerca de muitos anos quando só nas ilhas fazia-se
o turismo no arquipélago de São Tomé e Príncipe que só os nobres se
banhavam nas piscinas do Miramar, Residencial Baia, e Residencial
Avenida Geovany etc.…,
Os recursos naturais de São Tomé e Príncipe são muito sóbrios sem
indústria arcaica com uma agricultura bastante deficitária mesmo
apesar disto nunca o arquipélago deixará de ser chamado de São Tomé e
Príncipe. Mesmo sabendo que a agricultura é a raiz de qualquer país,
ilha, continente ou região, é necessário dizer que para que haja uma
agricultura saudável e sustentável há necessidade uma politica
estável, como sabem o arquipélago nos últimos anos tem-se vivido com
uma troca de governo constante a que não consegui entender
politicamente e economicamente.
O que vejo neste país como filho nativo desta terra, justifica que
apostar no turismo é uma boa iniciativa de facto, porque traz
diversos rendimentos aos arquipélagos sem que tenhamos que poluir o
nosso ecossistema deste pequeno e lindo arquipélago querido como
acontece por exemplo com a plataforma de petróleo, e industria.
Tudo quanto se pode ver e observar aos olhos nus, são as reservas
turísticas de São Tomé com diversa preponderâncias para a ilha irmã
do Príncipe, este são os sinónimos da não poluição que o hotel
papagaio pode nos oferecer diariamente.
Não é preciso fazer a analise laboratoriais para concluir
objectivamente que muitos milhões de turista significam muitos ritmos
cúbicos de betão ao cimo da terra trazendo a poluição paisagística em
alguns quilolitros ao centro da capital de São Tomé e Príncipe vê-se
lixos e maus cheiros que tanto provoca a poluição ambiental.
A direcção geral do turismo tem-se que promover nas imprensas,
televisão, rádio, a fim de melhor poder pretender e fazer crer ao
governo que temos o dever de receber bem e melhor, os nossos turistas
que visitam-nos neste isolado arquipélago do equador.
Os santomenses sempre receberam bem os seus turistas estrangeiros
nesta ilha, seja lá (negros ou brancos), sem precisar de receber nada
em troca. Além do mais diplomaticamente falada, não ficaria bem-fazer
o papel de um pobre mendigo miserável interesseiros que se põe aos
braços e beijinhos em que mal sente-se o cheiro da dobra local.
Wilmé Pinheiro