Caros,
Parabéns aos 2. Já encomendei o V/ livro, depois de o ler, com todo o gosto (acompanhando Gerhard Seibert) deixarei aqui a minha modesta opinião.
Depois de ler o V/ esclarecimento, percebe-se que o V/ Projecto não tem muito que ver com o lançamento do Movimento aqui tornado público.
Desejo, sinceramente, que tudo Vos corra bem, e que sigam centrando-se no essencial, deixando de lado o acessório, ao contrário do que habitualmente fazemos no n/ país.
(O que me estranha, confesso, é como é que 2 profissionais de 2 áreas tão prementes ao país e, ainda por cima, 2 com iniciativa e ousadia não têm «lugar» no aparelho produtivo santomense? Considere-se toda a ingenuidade que carrega essa interrogação, mas considere-se também toda a estupidez por detrás de quaisquer eventuais respostas!)
Abraços,
Annestep
--- In
saotome@yahoogroups .co.uk, "Albertino.e. Nujoma Autores" <albertino.nujoma@ ...> wrote:
>
> Caros elementos do fórum,
>
> Somos Albertino Francisco e Nujoma Agostinho, os autores do "Exorcising Devils from the Throne". Foi com muito agrado que recebemos impressões de alguns elementos deste fórum e de algumas pessoas (estrangeiras) que já leram o livo. Esperamos que ele venha a contribuir positivamente para uma tomada de consciência séria no nosso país e, também, para a formação/reforç o da nossa cidadania.
>
> No entanto, reparamos que algumas pessoas têm associado o evento da publicação do livro em causa ao surgimento do movimento MRCSTP e outros eventos políticos/sociais que têm ocorrido no país e no estrangeiro, cujos
temas se aproximam do assunto da obra. É precisamente aqui, neste ponto, que entramos para dizer que não existe qualquer associação/ligaçã o/comunicaçã o entre os autores da obra e os promotores das actividades referidas.
>
> Somos apenas cidadãos independentes, que tomaram consciência de uma certa realidade e que, também de forma independente, sem ligações/relacionamen tos secretos com qualquer grupo ou organização, decidimos divulgar para o mundo a nossa visão.
>
> Mais uma vez, agradecemos o interesse que têm demonstrado pela obra e estamos abertos a críticas/sugestõ es de qualquer tipo. Realçamos que quaisquer críticas/sugestõ es para a melhoria da obra são bem-vindas, precisamente neste momento em que estamos a trabalhar sobre a segunda edição da obra, respondendo à solicitação de uma editora (tradicional) sedeada nos EUA. A obra está a ser reavalidada para uma nova edição, talvez para o
ano.
>
> Para quaisquer dúvidas/sugestõ es/críticas, por favor, contactar-nos pelo e-mail albertino.nujoma@ ...
>
> Sucessos e muitas felicidades a todos.
>
> Albertino & Nujoma
>
>
>
> ____________ _________ _________ __
> From: MeJingu Di Sun FodeBudu Tlaxa <mejingudisunfodebu dutlaxa@. ..>
> To: albertino.nujoma@ ...
> Sent: Wednesday, 8 July, 2009 16:27:36
> Subject: Fw: [São Tomé e Príncipe] [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do projecto MRCSTP
>
>
>
>
> --- On Tue, 7/7/09, Xavier Muñoz <xavier270962@ ...> wrote:
>
>
> >From: Xavier Muñoz <xavier270962@ ...>
> >Subject: [São Tomé e Príncipe] [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do projecto MRCSTP
> >To:
saotome@yahoogroups .co.uk> >Date: Tuesday, 7 July, 2009, 7:54 PM
> >
> >
> >
> >
> >
> >Caro Gerhard e amigos do grupo,
> >
> >Sim, com tuda certeza, os movimentos sociais têm maior impacto se são desenvolvidos dentro do país e não de longe. A isso eu também anhadiria que essos movimentos, apenas desde a "acadêmia", sem tocar pes no chão, sem ter uma ligação com a sociedade, são ainda mais difíceis de passar das palavras aos actos.
> >
> >Acho que os autores do livro em questão parece que estão ligados a acadêmicamente a Portugal, mas profissionalmente parece que não tanto. Fazendo uma pesquisa rápida na internet, Nujoma aparece relacionado com o mestrado do Instituto de Telecomunicaçõ es do Aveiro, e há um Albertino de Boa Morte Francisco apresentado no
Linkedin como "Marketing & Comunication Officer" da CST. Por tanto pessoas, bastante preparadas e ligadas a tarefas relevantes.
> >
> >Com certeza, também confesso que estou ansioso por poder ler o livro e, como tu, dar a minha modesta opinião.
> >
> >Em relação ao manifesto do MRCSTP (que continuo a perguntar-me se há relações direitas com os autores do livro ou sou iniciativas diferentes), quando se fala de uma iniciativa de estudantes (assim no sentido lato) não necessáriamente temos que pensar em pessoas tão desligadas do país, não é? Ou todos os estudantes estão a pensar em ficar fora, em fazer parte dessa diáspora económica? (essa é uma pergunta para os promotores do MRCSTP). Acho que alguem que procura pelo câmbio, deve pensar também na criação de condições suficientemente atractivas como para reter os quadros no país.
> >
> >Sobre a utilização inicial de
"máscaras", eu não fazeria nenhum maximalismo disso, nem o ligaria com a falta de "garantias democráticas" , etc, etc. As reacções -digamos- "não racionais" ou emocionais por parte de dirigentes são bastante mais freqüentes do que parece, também em outros lugares "desenvolvidos" , ja sejam espaços políticos, profissionais ou acadêmicos, a pesar que inicialmente estejam ligados a tradições muito democráticas, republicanas e livrepensadoras. .. (as possíveis represálias estão em todos sítios). Quiçás as máscaras sirvam neste caso para dar tempo a digerir críticas e a enfriar emoções, especialmente se issas críticas são constructivas e dão alguma luz prática para o avance do país. Detrás da crítica, o reto são as alternativas possibilistas, que não fiquem apenas na crítica pela crítica. Então essos movimentos tem muito mais de difícil reto que de mascarada para quem está ao seu frente.
> >
> >Sobre a
conferência organizada pelo grupo do jurista Agostinho Fernandes, totalmente a cara descoberta, não sei se tem fases seguintes de acção, mas com certeza a primeira (e única?) foi feita desde dentro do país e me parece com um carácter crítico marcadamente constructivo, ligando crítica política com a opinião plural da dita "sociedade civil".
> >
> >Um grande abraço, mais ou menos intrigado!
> >
> >Xavier
> >
> >PS: Por certo, o livro Exorcising Devils from the Throne parece que é mais barato se se compra pelo Amazon.fr = 17 e tal euros (acho que não são usados).
> >
> >--- In saotome@yahoogroups .co.uk, Gerhard Seibert <mailseibert@ ...> wrote:
> >>
> >>
> >>
> >> Caro Xavier,
> >>
> >> Acho que estámos de acordo que qualquer sociedade precisa da participação activa dos seus
membros, dentro e fora do país em questão.
> >>
> >> Contudo, parece-me que, também no caso concreto de STP, actividades e iniciativas desenvolvidas dentro do país pelos próprios cidadã os nacionais têm o maior impacto.
> >>
> >> Em comparação, livros publicados em inglês fora do país e iniciativas anónimas de estudantes no estrangeiro não podem ter o mesmo impacto.
> >>
> >> Aliás, já comecei a leitura do livro "Exorcising Devils from the Throne" ("Exorcizando Demónios do Trono"). Depois de ter concluído a leitura, vou dar a minha opinião pessoal sobre esta obra interessante de Francisco Albertino da Boa Morte e Agostinho Nujoma Sancho Quaresma.
> >>
> >> Como se pode ver na internet em
http://www.abebooks .fr/servlet/ SearchResults?
sortby=3& sts=t&tn= Exorcising+ Devils+from+ the+throne& x=70&y=8 este livro vende-se sobretudo na Grã-Bretanha.
> >>
> >>
> >> Um abraço
> >>
> >> Gerhard
> >>
> >> --- On Sun, 5/7/09, Xavier Muñoz <xavier270962@ ...> wrote:
> >>
> >>
> >> From: Xavier Muñoz <xavier270962@ ...>
> >> Subject: [São Tomé e Príncipe] [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do projecto MRCSTP
> >> To: saotome@yahoogroups .co.uk
> >> Date: Sunday, 5 July, 2009, 8:59 PM
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> Caro Gerhard,
> >>
> >> Estos dias (ou tempos) estão a coincidir alguns eventos "movimentais" que nunca
antes foram tão continuados. Estamos a ver:
> >>
> >> - 29/05/2009 passado, celebrou-se um debate aberto da sociedade civil sobre o estado da nação, organizado entre outros pelo jurista Agostinho Fernandes, que, segundo me explicaram, é pessoa independente, fora dos circuitos políticos e da função pública (alguns dos meus amigos falaron-me dele como uma pessoa honesta e muito seria). Pode-se ver a crónica de Eclysa Bastos em Tela Non (
http://www.telanon. info/sociedade/ 2009/05/29/ 1384/debate- da-sociedade- civil-sobre- o-estado- da-nacao- constatacao- que-o-estado- esta-em-risco- de-desaparecimen to-e-propoe- unidade-e- accao-concertada -dos-cidadaos- para-salvar- a-nacao).
> >>
> >> A conferência se celebrava na constatação "que o estado está em risco de desaparecimento e propõe unidade e acção concertada dos cidadãos para
salvar a nação", "perda absoluta de valores, crise de autoridade de estado, descrédito completo das instituições, banalização das figuras e dos titulares de cargos do estado, crise dos partidos políticos, ausência de liderança e de um sentido comum, entre outros". Inicialmente, por tanto, trata-se de uma reunião de cidadanos preocupados pela deriva do Estado frente as amenaças da actualidade (crise global?, crise nacional?).
> >>
> >> Essa conferência acabava com um manifesto de 7 constatações:
> >>
> >> "1º Que o estado padece de inúmeros problemas que ameaçam a sua subsistência e que põe em perigo a sociedade;
> >> 2º Há necessidade urgente de uma intervenção proactiva e construtiva da sociedade civil;
> >> 3º É necessário pôr um ponto final as lamentações e começar a agir, solucionando os problemas reais;
> >> 4º é necessário criar
uma estrutura organizada ;
> >> 5º É necessário criar grupos de trabalho que possam produzir documentos com soluções para os problemas, quer de fundo, quer emergentes da nossa sociedade;
> >> 6º é preciso que os problemas possam ser resolvidos pela própria sociedade, rompendo com o habito de esperar pelo poder politico;
> >> 7º A sociedade civil deve ser mais intervenientes e utilizar efectivamente os poderes que lhe advêm da constituição para tal fim".
> >>
> >> Acho que a todas luzes parece um movimento bem-intencionado, proactivo, constructivo, desejante de uma nova cultura social mais combativa pelos direitos, mais entregue ao trabalho e a iniciativa pessoal e colectiva...
> >>
> >> - 20/06/2009, aparição no Amazon (
http://www.amazon. com/Exorcising- Devils-Throne- Albertino- Francisco/
dp/9899621706/ ref=sr_1_ 6?ie=UTF8& s=books&qid= 1245496098& sr=1-6) do livro "Exorcising Devils from the Throne" ("Exorcizando Demónios do Trono") escrito por Francisco Albertino da Boa Morte e Agostinho Nujoma Sancho Quaresma (acho que não são pseudónimos?) , livro vivamente apresentado pelo Dr MeJingu di Sun Fode Budu Tlaxa, membro apodado deste forum. É um livro que, quando chegue do Amazon, vamos ter que ler.
> >>
> >> [Acho que se deve ter escrito em inglês por três razões principais: a) Mais surpresa, b) Mais difussão mediática (internacional, vai dirigida aos amigos americanos ou nigerianos?) , c) Demostração da sua capacidade (como já se falou, a edição está paga pelos próprios autores)].
> >>
> >> - 30/06/2009 (dez dias depois), manifesto da criação do Movimento pela Renovação e Construção de São Tomé e Príncipe (MRCSTP), sem identificação dos
organizadores (acho que mais tarde o mais cedo vão ter que saber-se), ainda que dizem que são estudantes em Portugal. Por certo, se apresentão esgrimendo um dos teus artigos, do Janeiro de 1975.
> >>
> >> - A parte disso também pode-se anhadir um movimento nacionalista no desporto "Orgulho São-Tomense está Vivo", que ajuda a dar ainda mais temperatura a esse climax social... É interessante analizar quais empresas são as que estão a apoiar esse movimento desportivo.
> >>
> >> Aos olhos dos espectadores, parece como se se tratasse de uma agenda bem pensada, sincronizada. .. E quiçás nenhuma destas movimentações tenham nada de sincrónicas, mas também não parece que tenham nenhuma relação com outros movimentos anteriores, como a acção do Webeto e o famoso documento sobre a "Coisa Pública". Com todos os promotores secretos do MRCSTP estão a falar de uma "1a Fase".
> >>
> >> Com certeza, em um dos primeiros contactos que tive com colegas da chamada "diáspora", um amigo que há tempo que não pisa a sua terra me perguntava pela acção da sociedade civil, pela movimentação por exemplo de sindicatos, associações de moradores, associações culturais ou desportivas (além dessas ONGs criadas para apanhar subsídios). Ele então me falava que também não há Estado sem essas organizações (as vezes pequenas, mas muito visualizadas) que estão a dar pulso ao Governo e que, claro, são parte viva própria da governação moderna que precisam todos os países, todos os lugares.
> >>
> >> Nessa altura (na altura na que eu estava a observar os esquemas de vida da famosa Feira do Ponto) eu constatei movimentações de moradores relativas a temas de habitação e de reparto de parcelas para a construcção de novas casas em bairros da perifêria da Capital. Movimentações vivas
emprendidas por pessoas jovens, que o faciam frente a necessidade básica de alojar melhor à família, e que truseram muito de cabeza ao Ministro da pasta. Também podemos lembrar dessas demostrações relacionadas com os artesanos, que desencadenaram uma infeliz mostra de força, com feridos e um morto (preâmbulo do Golpe)...
> >>
> >> Eu pessoalmente acho que são precisos movimentos revulsivos para o debate e a reflexão, que impulsionem acções contra o imovilismo, que favorezcam a innovação, que aproveitem as oportunidades, que planteem retos colectivos, que apresentem novos instrumentos para a boa governação, a transparência, a avaliação contínua das políticas, ajudem a sua melhora, que ajudem (que reajam para) a criar melhores condições de vida para os cidadanos... Movimentos com boas intenções. Mesmo para dar mais confiança nessa governação, pensando outra vez na coisa pública (na Re Pública), que é
mesma coisa que fazer-o sobre a cohesião social. Sem cohesão social, será muito difícil pensar em competitividade do país, em São Tomé e em qualquer outra parte do mundo. Com certeza, sem movimentos sociais muito provávelmente não existiria o progresso, algo que está presente no sentido da própria revolução para a independência do país e também
> na
> >> animação da democracia.
> >>
> >> Vamos ficar espectantes mais uma vez sobre o desenvolvimento dessos movimentos sociais (alguns tem toda a pinta de estar a procura de um novo partido político), e muito especialmente dessas "caras novas" nas "segundas fases", se as há!
> >>
> >> Com certeza, caro Gerhard, vas ter matêria para um novo artigo!!
> >>
> >> Um grande abraço,
> >>
> >> Xavier
> >>
> >> --- In saotome@yahoogroups .co.uk, Gerhard
Seibert <mailseibert@ ...> wrote:
> >> >
> >> >
> >> >
> >> >
> >> > Caro Xavier,
> >> >
> >> > Confesso que não faço a mínima ideia quem está atrás deste novo "movimento"? * Eles dizem que são estudantes são- tomenses em Portugal. Acredito que dizem a verdade.
> >> >
> >> > Acho lamentável que eles não estão em condições de apresentar- se com os seus próprios nomes. Este secretismos desvaloriza a iniciativa deles.
> >> >
> >> >
> >> > Um abraço
> >> >
> >> > Gerhard
> >> >
> >> > *Recordo-me que, em 1972, em Malabo (ex-Santa Isabel), o outro "movimento", o MLSTP, foi constituído por nove pessoas.
> >> >
>
>> >
> >> >
> >> >
> >> > --- On Fri, 3/7/09, Xavier Muñoz <xavier270962@ ...> wrote:
> >> >
> >> >
> >> > From: Xavier Muñoz <xavier270962@ ...>
> >> > Subject: [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do projecto MRCSTP
> >> > To: saotome@yahoogroups .co.uk
> >> > Date: Friday, 3 July, 2009, 6:39 PM
> >> >
> >> >
> >> >
> >> >
> >> >
> >> >
> >> >
> >> >
> >> > Caro Gerhard,
> >> >
> >> > Esse MRCSTP tem qualquer coisa a ver com esse congresso da sociedade civil celebrado recentemente em São Tomé ou é outro movimento ou está próximo ao Webeto?
> >> >
> >> > É bom que haja
crítica e que seja construtiva e cultive o diálogo e a reflexão aplicada. Se é dentro do país, ainda melhor. E já é sabido, sem movimentos sociais não há progresso, mesmo que sejam um fracaso em si próprios. A história sempre acaba por reconhecer as bondades do pensamento social.
> >> >
> >> > Um abraço,
> >> >
> >> > Xavier
> >> >
> >> > --- In saotome@yahoogroups .co.uk, Gerhard Seibert <mailseibert@ ...> wrote:
> >> > >
> >> > >
> >> > > --- On Wed, 1/7/09, Movimento para Renovação e Construção de S.Tomé e Pr <mrcstp@> wrote:
> >> > >
> >> > >
> >> > > From: Movimento para Renovação e Construção de S.Tomé e Pr <mrcstp@>
> >> > > Subject: Primeira fase do projecto MRCSTP
> >> >
> To:
> >> > > Date: Wednesday, 1 July, 2009, 6:30 PM
> >> > >
> >> > >
> >> > > Caríssimos irmãos e compatriotas e amigos,
> >> > > Pelo facto de termos recebido críticas relativamente a ocultação da identificação dos atuais membros do projecto MRCSTP, é a nossa obrigação informar o seguinte:
> >> > > Tendo em conta que nascemos num país que se encontra numa fase que nós consideramos de fase primária da democracia, e dada a sua característica (extrema corupção, pobreza da maioria da população, o uso da política como o único meio de enriquecimento, Desconfianças, inseguranças, conflitos entre os dirigentes gerados por causas pessoais e que em nada traz o benefício a população, etc) e pelo facto de sermos um projecto, pelo qual está ainda na sua fase inicial (vulnerável), achamos pra já ocultar a
identidade dos atuais membros. É claro que depois de condensarmos o movimento, divulgaremos as nossas identidades. Esperamos que entendam a situação.
> >> > >
> >> > > Nessa primeira fase do projecto, pretendemos colher informações, dados, críticas, reflexões e todo um conjunto de material prático e real, incluindo o descontentamento da população, para que depois possamos ir ao terreno fazendo uma campanha de divulgação das informações colhidas (através dos meios de comunicação disponível (blogs da internet, jornais, rádio entre outros)) e desta forma erguer o espírito e a disposição da TOMADA DE ATITUDE PRÁTICA dos residentes em S. Tomé e Príncipe e além fronteira induzindo-os a manifestações contra a situação(Aquí nessa fase já poderemos "dar a cara").
> >> > > Pra já, aderir ao projecto é enviar-nos as suas críticas e propostas a seu ver para a melhoria de
condições políticas do país. Não pretendemos apenas criticar (porque muitos já o fizeram), pretendemos acima de tudo uma mudança propondo um novo modelo de POLÍTICA DE GOVERNAÇÃO DO NOSSO PAÍS com base no consenso de todos, por isso a vossa opinião é muito importante. Os seus conhecimentos têm imenso valor pra nós. Diz-nos a tua especialidade.
> >> > >
> >> > > ACREDITAMOS QUE COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS CUMPRIREMOS OS NOSSOS OBJETIVOS!
> >> > >
> >> > > Ass: MRCSTP
> >> > >
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