Caros Albertino e Nujoma, muito bem-vindos!
Obrigado pelas vossas respostas e mais ainda a vossa participação neste grupo em
primeira pessoa. Eu particularmente gostaria que a partir de agora sejam
contertúlios habituais. Com certeza, as suas respostas são esclarecedoras em si
próprias, mas ao mesmo tempo nos tem deixado um bocadinho com ainda mais
interrogantes sobre essas ondas reflexivas, "em voz alta", sobre a situação e as
necessidades e, por tanto, sobre a geração de políticas para as Ilhas.
Eu também não recebi ainda o livro (já há dias que está encomendado; não sei
quantas cópias tiraram, mas acho que vai ficar agotado), mas acho que no próximo
sábado, no nosso jantar de amigos são-tomenses e filosão-tomenses, aquí em
Barcelona, vocês vão ser os protagonistas! Ainda sem que ninguém de nós haja
podido acceder materialmente ao livro, com certeza, a expectação está lá e a
referència a vocês é garantida.
Com os melhores cumprimentos e parabéns pela iniciativa!
Xavier
PS: Depois de ler o livro, perguntarei se a sua também é uma "primeira fase" de
alguma coisa maior!
--- In saotome@..., "Albertino.e.Nujoma Autores"
<albertino.nujoma@...> wrote:
>
> Caro Annestep,
>
> "Muchas gracias" pelas palavras de encorajamento e pelos votos.
>
> Aguardamos, também, com todo o gosto a sua opinião, acreditando,
antecipadamente, que em nada ela será "modesta", dado que será tomada como um
referencial importante para as revisões programadas.
>
> A questão que coloca no final da sua mensagem é interessante. Confessamos que,
de momento, não sabemos responder a ela. A realidade do nosso país é complexa;
provavelmente, muito mais complexa do que a de outros países, na medida em que,
ao fazer-se qualquer reflexão sobre a mesma, o resultado de todas as ilações que
se tira igualar a conjuntos vazios; pura inconsistência, que remete para o facto
de a sucessão de eventos/acções não obedecerem sequências racionais e lógicas.
Chega-se a concluir deste raciocínio que certos santomenses ainda se encontram
num estado de mentalidade pré-lógica, e a sociedade em que vivemos, é, por este
facto, ainda considerada pré-civilizacional.
>
> PS: Pessoalmente achamos que a sua interrogação é muito lógica, facto por que
não fomos capazes de considerar a "ingenuidade que ela carrega", conforme
sugere. Porém, vá lá, queira Deus que não tenha havido "estupidez por detrás" da
resposta que demos a ela!
>
> Abraços
>
> Albertino e Nujoma
>
> --- On Thu, 9/7/09, annestep2006 <annestep2006@...> wrote:
>
>
> From: annestep2006 <annestep2006@...>
> Subject: [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do projecto MRCSTP/Exorcising
Devils from the Throne
> To: saotome@...
> Date: Thursday, 9 July, 2009, 2:59 PM
>
>
>
>
>
>
>
>
> Caros,
>
> Parabéns aos 2. Já encomendei o V/ livro, depois de o ler, com todo o gosto
(acompanhando Gerhard Seibert) deixarei aqui a minha modesta opinião.
>
> Depois de ler o V/ esclarecimento, percebe-se que o V/ Projecto não tem muito
que ver com o lançamento do Movimento aqui tornado público.
>
> Desejo, sinceramente, que tudo Vos corra bem, e que sigam centrando-se no
essencial, deixando de lado o acessório, ao contrário do que habitualmente
fazemos no n/ país.
>
> (O que me estranha, confesso, é como é que 2 profissionais de 2 áreas tão
prementes ao país e, ainda por cima, 2 com iniciativa e ousadia não têm «lugar»
no aparelho produtivo santomense? Considere-se toda a ingenuidade que carrega
essa interrogação, mas considere-se também toda a estupidez por detrás de
quaisquer eventuais respostas!)
>
> Abraços,
>
> Annestep
> --- In saotome@yahoogroups .co.uk, "Albertino.e. Nujoma Autores"
<albertino.nujoma@ ...> wrote:
> >
> > Caros elementos do fórum,
> >
> > Somos Albertino Francisco e Nujoma Agostinho, os autores do "Exorcising
Devils from the Throne". Foi com muito agrado que recebemos impressões de alguns
elementos deste fórum e de algumas pessoas (estrangeiras) que já leram o livo.
Esperamos que ele venha a contribuir positivamente para uma tomada de
consciência séria no nosso país e, também, para a formação/reforç o da nossa
cidadania.
> >
> > No entanto, reparamos que algumas pessoas têm associado o evento da
publicação do livro em causa ao surgimento do movimento MRCSTP e outros eventos
políticos/sociais que têm ocorrido no país e no estrangeiro, cujos temas se
aproximam do assunto da obra. É precisamente aqui, neste ponto, que entramos
para dizer que não existe qualquer associação/ligaçã o/comunicaçã o entre os
autores da obra e os promotores das actividades referidas.
> >
> > Somos apenas cidadãos independentes, que tomaram consciência de uma certa
realidade e que, também de forma independente, sem ligações/relacionamen tos
secretos com qualquer grupo ou organização, decidimos divulgar para o mundo a
nossa visão.
> >
> > Mais uma vez, agradecemos o interesse que têm demonstrado pela obra e
estamos abertos a críticas/sugestõ es de qualquer tipo. Realçamos que quaisquer
críticas/sugestõ es para a melhoria da obra são bem-vindas, precisamente neste
momento em que estamos a trabalhar sobre a segunda edição da obra, respondendo à
solicitação de uma editora (tradicional) sedeada nos EUA. A obra está a ser
reavalidada para uma nova edição, talvez para o ano.
> >
> > Para quaisquer dúvidas/sugestõ es/críticas, por favor, contactar-nos pelo
e-mail albertino.nujoma@ ...
> >
> > Sucessos e muitas felicidades a todos.
> >
> > Albertino & Nujoma
> >
> >
> >
> > ____________ _________ _________ __
> > From: MeJingu Di Sun FodeBudu Tlaxa <mejingudisunfodebu dutlaxa@ ..>
> > To: albertino.nujoma@ ...
> > Sent: Wednesday, 8 July, 2009 16:27:36
> > Subject: Fw: [São Tomé e Príncipe] [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase
do projecto MRCSTP
> >
> >
> >
> >
> > --- On Tue, 7/7/09, Xavier Muñoz <xavier270962@ ...> wrote:
> >
> >
> > >From: Xavier Muñoz <xavier270962@ ...>
> > >Subject: [São Tomé e Príncipe] [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do
projecto MRCSTP
> > >To: saotome@yahoogroups .co.uk
> > >Date: Tuesday, 7 July, 2009, 7:54 PM
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >Caro Gerhard e amigos do grupo,
> > >
> > >Sim, com tuda certeza, os movimentos sociais têm maior impacto se são
desenvolvidos dentro do país e não de longe. A isso eu também anhadiria que
essos movimentos, apenas desde a "acadêmia", sem tocar pes no chão, sem ter uma
ligação com a sociedade, são ainda mais difíceis de passar das palavras aos
actos.
> > >
> > >Acho que os autores do livro em questão parece que estão ligados a
acadêmicamente a Portugal, mas profissionalmente parece que não tanto. Fazendo
uma pesquisa rápida na internet, Nujoma aparece relacionado com o mestrado do
Instituto de Telecomunicaçõ es do Aveiro, e há um Albertino de Boa Morte
Francisco apresentado no Linkedin como "Marketing & Comunication Officer" da
CST. Por tanto pessoas, bastante preparadas e ligadas a tarefas relevantes.
> > >
> > >Com certeza, também confesso que estou ansioso por poder ler o livro e,
como tu, dar a minha modesta opinião.
> > >
> > >Em relação ao manifesto do MRCSTP (que continuo a perguntar-me se há
relações direitas com os autores do livro ou sou iniciativas diferentes), quando
se fala de uma iniciativa de estudantes (assim no sentido lato) não
necessáriamente temos que pensar em pessoas tão desligadas do país, não é? Ou
todos os estudantes estão a pensar em ficar fora, em fazer parte dessa diáspora
económica? (essa é uma pergunta para os promotores do MRCSTP). Acho que alguem
que procura pelo câmbio, deve pensar também na criação de condições
suficientemente atractivas como para reter os quadros no país.
> > >
> > >Sobre a utilização inicial de "máscaras", eu não fazeria nenhum maximalismo
disso, nem o ligaria com a falta de "garantias democráticas" , etc, etc. As
reacções -digamos- "não racionais" ou emocionais por parte de dirigentes são
bastante mais freqüentes do que parece, também em outros lugares "desenvolvidos"
, ja sejam espaços políticos, profissionais ou acadêmicos, a pesar que
inicialmente estejam ligados a tradições muito democráticas, republicanas e
livrepensadoras. .. (as possíveis represálias estão em todos sítios). Quiçás as
máscaras sirvam neste caso para dar tempo a digerir críticas e a enfriar
emoções, especialmente se issas críticas são constructivas e dão alguma luz
prática para o avance do país. Detrás da crítica, o reto são as alternativas
possibilistas, que não fiquem apenas na crítica pela crítica. Então essos
movimentos tem muito mais de difícil reto que de mascarada para quem está ao seu
> frente.
> > >
> > >Sobre a conferência organizada pelo grupo do jurista Agostinho Fernandes,
totalmente a cara descoberta, não sei se tem fases seguintes de acção, mas com
certeza a primeira (e única?) foi feita desde dentro do país e me parece com um
carácter crítico marcadamente constructivo, ligando crítica política com a
opinião plural da dita "sociedade civil".
> > >
> > >Um grande abraço, mais ou menos intrigado!
> > >
> > >Xavier
> > >
> > >PS: Por certo, o livro Exorcising Devils from the Throne parece que é mais
barato se se compra pelo Amazon.fr = 17 e tal euros (acho que não são usados).
> > >
> > >--- In saotome@yahoogroups .co.uk, Gerhard Seibert <mailseibert@ ...>
wrote:
> > >>
> > >>
> > >>
> > >> Caro Xavier,
> > >>
> > >> Acho que estámos de acordo que qualquer sociedade precisa da participação
activa dos seus membros, dentro e fora do país em questão.
> > >>
> > >> Contudo, parece-me que, também no caso concreto de STP, actividades e
iniciativas desenvolvidas dentro do país pelos próprios cidadã os nacionais têm
o maior impacto.
> > >>
> > >> Em comparação, livros publicados em inglês fora do país e iniciativas
anónimas de estudantes no estrangeiro não podem ter o mesmo impacto.
> > >>
> > >> Aliás, já comecei a leitura do livro "Exorcising Devils from the Throne"
("Exorcizando Demónios do Trono"). Depois de ter concluído a leitura, vou dar a
minha opinião pessoal sobre esta obra interessante de Francisco Albertino da Boa
Morte e Agostinho Nujoma Sancho Quaresma.
> > >>
> > >> Como se pode ver na internet em http://www.abebooks .fr/servlet/
SearchResults? sortby=3& sts=t&tn= Exorcising+ Devils+from+ the+throne&
x=70&y=8 este livro vende-se sobretudo na Grã-Bretanha.
> > >>
> > >>
> > >> Um abraço
> > >>
> > >> Gerhard
> > >>
> > >> --- On Sun, 5/7/09, Xavier Muñoz <xavier270962@ ...> wrote:
> > >>
> > >>
> > >> From: Xavier Muñoz <xavier270962@ ...>
> > >> Subject: [São Tomé e Príncipe] [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do
projecto MRCSTP
> > >> To: saotome@yahoogroups .co.uk
> > >> Date: Sunday, 5 July, 2009, 8:59 PM
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >> Caro Gerhard,
> > >>
> > >> Estos dias (ou tempos) estão a coincidir alguns eventos "movimentais" que
nunca antes foram tão continuados. Estamos a ver:
> > >>
> > >> - 29/05/2009 passado, celebrou-se um debate aberto da sociedade civil
sobre o estado da nação, organizado entre outros pelo jurista Agostinho
Fernandes, que, segundo me explicaram, é pessoa independente, fora dos circuitos
políticos e da função pública (alguns dos meus amigos falaron-me dele como uma
pessoa honesta e muito seria). Pode-se ver a crónica de Eclysa Bastos em Tela
Non (http://www.telanon. info/sociedade/ 2009/05/29/ 1384/debate- da-sociedade-
civil-sobre- o-estado- da-nacao- constatacao- que-o-estado- esta-em-risco-
de-desaparecimen to-e-propoe- unidade-e- accao-concertada -dos-cidadaos-
para-salvar- a-nacao).
> > >>
> > >> A conferência se celebrava na constatação "que o estado está em risco de
desaparecimento e propõe unidade e acção concertada dos cidadãos para salvar a
nação", "perda absoluta de valores, crise de autoridade de estado, descrédito
completo das instituições, banalização das figuras e dos titulares de cargos do
estado, crise dos partidos políticos, ausência de liderança e de um sentido
comum, entre outros". Inicialmente, por tanto, trata-se de uma reunião de
cidadanos preocupados pela deriva do Estado frente as amenaças da actualidade
(crise global?, crise nacional?).
> > >>
> > >> Essa conferência acabava com um manifesto de 7 constatações:
> > >>
> > >> "1º Que o estado padece de inúmeros problemas que ameaçam a sua
subsistência e que põe em perigo a sociedade;
> > >> 2º Há necessidade urgente de uma intervenção proactiva e construtiva da
sociedade civil;
> > >> 3º É necessário pôr um ponto final as lamentações e começar a agir,
solucionando os problemas reais;
> > >> 4º é necessário criar uma estrutura organizada ;
> > >> 5º É necessário criar grupos de trabalho que possam produzir documentos
com soluções para os problemas, quer de fundo, quer emergentes da nossa
sociedade;
> > >> 6º é preciso que os problemas possam ser resolvidos pela própria
sociedade, rompendo com o habito de esperar pelo poder politico;
> > >> 7º A sociedade civil deve ser mais intervenientes e utilizar
efectivamente os poderes que lhe advêm da constituição para tal fim".
> > >>
> > >> Acho que a todas luzes parece um movimento bem-intencionado, proactivo,
constructivo, desejante de uma nova cultura social mais combativa pelos
direitos, mais entregue ao trabalho e a iniciativa pessoal e colectiva...
> > >>
> > >> - 20/06/2009, aparição no Amazon (http://www.amazon. com/Exorcising-
Devils-Throne- Albertino- Francisco/ dp/9899621706/ ref=sr_1_ 6?ie=UTF8&
s=books&qid= 1245496098& sr=1-6) do livro "Exorcising Devils from the Throne"
("Exorcizando Demónios do Trono") escrito por Francisco Albertino da Boa Morte e
Agostinho Nujoma Sancho Quaresma (acho que não são pseudónimos?) , livro
vivamente apresentado pelo Dr MeJingu di Sun Fode Budu Tlaxa, membro apodado
deste forum. É um livro que, quando chegue do Amazon, vamos ter que ler.
> > >>
> > >> [Acho que se deve ter escrito em inglês por três razões principais: a)
Mais surpresa, b) Mais difussão mediática (internacional, vai dirigida aos
amigos americanos ou nigerianos?) , c) Demostração da sua capacidade (como já se
falou, a edição está paga pelos próprios autores)].
> > >>
> > >> - 30/06/2009 (dez dias depois), manifesto da criação do Movimento pela
Renovação e Construção de São Tomé e Príncipe (MRCSTP), sem identificação dos
organizadores (acho que mais tarde o mais cedo vão ter que saber-se), ainda que
dizem que são estudantes em Portugal. Por certo, se apresentão esgrimendo um dos
teus artigos, do Janeiro de 1975.
> > >>
> > >> - A parte disso também pode-se anhadir um movimento nacionalista no
desporto "Orgulho São-Tomense está Vivo", que ajuda a dar ainda mais temperatura
a esse climax social... É interessante analizar quais empresas são as que estão
a apoiar esse movimento desportivo.
> > >>
> > >> Aos olhos dos espectadores, parece como se se tratasse de uma agenda bem
pensada, sincronizada. .. E quiçás nenhuma destas movimentações tenham nada de
sincrónicas, mas também não parece que tenham nenhuma relação com outros
movimentos anteriores, como a acção do Webeto e o famoso documento sobre a
"Coisa Pública". Com todos os promotores secretos do MRCSTP estão a falar de uma
"1a Fase".
> > >>
> > >> Com certeza, em um dos primeiros contactos que tive com colegas da
chamada "diáspora", um amigo que há tempo que não pisa a sua terra me perguntava
pela acção da sociedade civil, pela movimentação por exemplo de sindicatos,
associações de moradores, associações culturais ou desportivas (além dessas ONGs
criadas para apanhar subsídios). Ele então me falava que também não há Estado
sem essas organizações (as vezes pequenas, mas muito visualizadas) que estão a
dar pulso ao Governo e que, claro, são parte viva própria da governação moderna
que precisam todos os países, todos os lugares.
> > >>
> > >> Nessa altura (na altura na que eu estava a observar os esquemas de vida
da famosa Feira do Ponto) eu constatei movimentações de moradores relativas a
temas de habitação e de reparto de parcelas para a construcção de novas casas em
bairros da perifêria da Capital. Movimentações vivas emprendidas por pessoas
jovens, que o faciam frente a necessidade básica de alojar melhor à família, e
que truseram muito de cabeza ao Ministro da pasta. Também podemos lembrar dessas
demostrações relacionadas com os artesanos, que desencadenaram uma infeliz
mostra de força, com feridos e um morto (preâmbulo do Golpe)...
> > >>
> > >> Eu pessoalmente acho que são precisos movimentos revulsivos para o debate
e a reflexão, que impulsionem acções contra o imovilismo, que favorezcam a
innovação, que aproveitem as oportunidades, que planteem retos colectivos, que
apresentem novos instrumentos para a boa governação, a transparência, a
avaliação contínua das políticas, ajudem a sua melhora, que ajudem (que reajam
para) a criar melhores condições de vida para os cidadanos... Movimentos com
boas intenções. Mesmo para dar mais confiança nessa governação, pensando outra
vez na coisa pública (na Re Pública), que é mesma coisa que fazer-o sobre a
cohesião social. Sem cohesão social, será muito difícil pensar em
competitividade do país, em São Tomé e em qualquer outra parte do mundo. Com
certeza, sem movimentos sociais muito provávelmente não existiria o progresso,
algo que está presente no sentido da própria revolução para a independência do
país e
> também
> > na
> > >> animação da democracia.
> > >>
> > >> Vamos ficar espectantes mais uma vez sobre o desenvolvimento dessos
movimentos sociais (alguns tem toda a pinta de estar a procura de um novo
partido político), e muito especialmente dessas "caras novas" nas "segundas
fases", se as há!
> > >>
> > >> Com certeza, caro Gerhard, vas ter matêria para um novo artigo!!
> > >>
> > >> Um grande abraço,
> > >>
> > >> Xavier
> > >>
> > >> --- In saotome@yahoogroups .co.uk, Gerhard Seibert <mailseibert@ ...>
wrote:
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> > Caro Xavier,
> > >> >
> > >> > Confesso que não faço a mínima ideia quem está atrás deste novo
"movimento"? * Eles dizem que são estudantes são- tomenses em Portugal. Acredito
que dizem a verdade.
> > >> >
> > >> > Acho lamentável que eles não estão em condições de apresentar- se com
os seus próprios nomes. Este secretismos desvaloriza a iniciativa deles.
> > >> >
> > >> >
> > >> > Um abraço
> > >> >
> > >> > Gerhard
> > >> >
> > >> > *Recordo-me que, em 1972, em Malabo (ex-Santa Isabel), o outro
"movimento", o MLSTP, foi constituído por nove pessoas.
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> > --- On Fri, 3/7/09, Xavier Muñoz <xavier270962@ ...> wrote:
> > >> >
> > >> >
> > >> > From: Xavier Muñoz <xavier270962@ ...>
> > >> > Subject: [São Tomé e Príncipe] Re: Primeira fase do projecto MRCSTP
> > >> > To: saotome@yahoogroups .co.uk
> > >> > Date: Friday, 3 July, 2009, 6:39 PM
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> >
> > >> > Caro Gerhard,
> > >> >
> > >> > Esse MRCSTP tem qualquer coisa a ver com esse congresso da sociedade
civil celebrado recentemente em São Tomé ou é outro movimento ou está próximo ao
Webeto?
> > >> >
> > >> > É bom que haja crítica e que seja construtiva e cultive o diálogo e a
reflexão aplicada. Se é dentro do país, ainda melhor. E já é sabido, sem
movimentos sociais não há progresso, mesmo que sejam um fracaso em si próprios.
A história sempre acaba por reconhecer as bondades do pensamento social.
> > >> >
> > >> > Um abraço,
> > >> >
> > >> > Xavier
> > >> >
> > >> > --- In saotome@yahoogroups .co.uk, Gerhard Seibert <mailseibert@ ...>
wrote:
> > >> > >
> > >> > >
> > >> > > --- On Wed, 1/7/09, Movimento para Renovação e Construção de S.Tomé e
Pr <mrcstp@> wrote:
> > >> > >
> > >> > >
> > >> > > From: Movimento para Renovação e Construção de S.Tomé e Pr <mrcstp@>
> > >> > > Subject: Primeira fase do projecto MRCSTP
> > >> > > To:
> > >> > > Date: Wednesday, 1 July, 2009, 6:30 PM
> > >> > >
> > >> > >
> > >> > > Caríssimos irmãos e compatriotas e amigos,
> > >> > > Pelo facto de termos recebido críticas relativamente a ocultação da
identificação dos atuais membros do projecto MRCSTP, é a nossa obrigação
informar o seguinte:
> > >> > > Tendo em conta que nascemos num país que se encontra numa fase que
nós consideramos de fase primária da democracia, e dada a sua característica
(extrema corupção, pobreza da maioria da população, o uso da política como o
único meio de enriquecimento, Desconfianças, inseguranças, conflitos entre os
dirigentes gerados por causas pessoais e que em nada traz o benefício a
população, etc) e pelo facto de sermos um projecto, pelo qual está ainda na sua
fase inicial (vulnerável), achamos pra já ocultar a identidade dos atuais
membros. É claro que depois de condensarmos o movimento, divulgaremos as nossas
identidades. Esperamos que entendam a situação.
> > >> > >
> > >> > > Nessa primeira fase do projecto, pretendemos colher informações,
dados, críticas, reflexões e todo um conjunto de material prático e real,
incluindo o descontentamento da população, para que depois possamos ir ao
terreno fazendo uma campanha de divulgação das informações colhidas (através dos
meios de comunicação disponível (blogs da internet, jornais, rádio entre
outros)) e desta forma erguer o espírito e a disposição da TOMADA DE ATITUDE
PRÁTICA dos residentes em S. Tomé e Príncipe e além fronteira induzindo-os a
manifestações contra a situação(Aquí nessa fase já poderemos "dar a cara").
> > >> > > Pra já, aderir ao projecto é enviar-nos as suas críticas e propostas
a seu ver para a melhoria de condições políticas do país. Não pretendemos apenas
criticar (porque muitos já o fizeram), pretendemos acima de tudo uma mudança
propondo um novo modelo de POLÍTICA DE GOVERNAÇÃO DO NOSSO PAÍS com base no
consenso de todos, por isso a vossa opinião é muito importante. Os seus
conhecimentos têm imenso valor pra nós. Diz-nos a tua especialidade.
> > >> > >
> > >> > > ACREDITAMOS QUE COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS CUMPRIREMOS OS NOSSOS
OBJETIVOS!
> > >> > >
> > >> > > Ass: MRCSTP
> > >> > >
> > >> >
> > >>
> >
>